quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Não basta ser melhor no papel; tem que comprovar na prática


Ao olhar, no papel, os elencos de São Paulo e The Strongets, dá para observar, claramente, que o Tricolor tem qualidade superior à do time boliviano. Mas, como se sabe, cravar uma vitória do favorito é sempre muito perigoso.

É preciso cautela. O que vale mesmo é o comportamento dos times dentro de campo. Na partida desta quarta-feira, 17, pela primeira rodada da fase de grupos da Taça Libertadores, o São Paulo, que é o melhor na teoria, acabou surpreendido pelo The Strongets, por 1 a 0.

Enquanto a maioria, incluindo torcedores, rivais, comentaristas, jornalistas e uma imensa multidão, apostava no clube brasileiro, foram os bolivianos que “calaram a boca” de todos e fizeram a festa no Pacaembu.

Por mais que o Tricolor atacasse com intensidade e tivesse mais posse de bola, os bolivianos jogaram de maneira recuada e inteligente e souberam aproveitar as falhas do vulnerável sistema defensivo comandado pelo técnico argentino Edgardo Bauza.

Ao final, não seria diferente que os torcedores vaiassem os jogadores e exigissem mais raça, respeito e honra à camisa.

Não era dessa forma que o clube pretendia iniciar a competição perdendo em casa para um adversário bem inferior. 

A lição ficou registrada. Nem sempre aquele que tem o melhor time no papel e é apontado como o vencedor consegue sair vitorioso. Principalmente, quando faltam eficiência e produtividade.  

Foto: reprodução Fox Sports

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