segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Obediência

Sair às ruas com máscara, deixar de ir a eventos, higienizar as mãos (com mais frequência), evitar cumprimentos, como aperto de mão e abraço, se tornaram regras mundiais na tentativa de espantar o temido novo coronavírus, o causador da Covid-19. Não há outro assunto mais comentado no planeta que a doença responsável por levar desse mundo quantidade expressiva de pessoas em todos os continentes.

No Brasil, “parado”, há um ano, todos aguardam pelo fim desse pesadelo. A esperança de grande parte é a vacina. O imunizante já foi aplicado em alguns milhões de brasileiros, primeiramente, nos definidos linha de frente e população idosa. Mesmo assim, a eficácia ainda não é totalmente comprovada, em razão do surgimento das variantes da doença.

Pelo que acompanhamos nos noticiários, via sites, rádio, televisão, além de redes sociais, é que a imunização fará com que a normalidade se aproxime. Existe a expectativa.  

Mas, enquanto não nos curvarmos e entendermos que Deus é a solução para resolver todos os nossos problemas, nada será alterado. Essa doença foi permitida por Deus para que pudéssemos buscar mais pela palavra. Engana-se quem imagina que somente a vacina produzida será suficiente. A dose ainda é uma incógnita. E, conforme dizem os especialistas, tudo está em fase de estudos.

Ainda há tempo de nos humilharmos a Jesus e sermos ouvidos. Os tempos são difíceis e a previsão é de que piore. É momento de clamarmos ao Senhor. É hora de sermos mais obedientes e provar que o amamos de todo o nosso coração.

Dessa forma, segundo a Bíblia, a resposta virá, conforme escrito no livro de Mateus, capítulo 21, versículo 22: “E tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis”.

Que dobremos mais os joelhos. 


quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Respeito é tudo

A bola rolou e, na última rodada do Campeonato Brasileiro, os quatro clubes paulistas conquistaram resultados expressivos que deixaram os seus torcedores pra lá de satisfeitos. Alguns até eufóricos demasiadamente.

Santos, São Paulo, Corinthians e Palmeiras balançaram as redes e somaram três pontos na tabela de classificação.

Começo citando a vitória do Peixe na Vila Belmiro. Coordenado pelo técnico Cuca, o alvinegro praiano passou pelo Bahia aplicando o placar de 3 a 1. No Rio de Janeiro, em visita ao Maracanã, o Tricolor goleou o valorizado Flamengo, por 4 a 1.

Na zona leste da capital paulista, em Itaquera, sob seus domínios o Corinthians surpreendeu o líder da competição. Derrotou o Internacional, após um magro 1 a 0.

Para finalizar, o Verdão atropelou o Atlético Mineiro, do inquieto argentino Jorge Sampaoli. Jogando no Allianz Parque, o Palmeiras não tomou conhecimento e fez logo 3 a 0.

Depois destes resultados, muitos torcedores e até mesmo jornalistas chegaram a citar a volta da supremacia do futebol paulista, desfazendo, mesmo que sem querer, o desempenho de clubes de outros estados.

Mas, como é sempre bom ter cautela em comemorações, nesta quarta-feira, 4 de novembro, os resultados mostraram que os clubes paulistas não são tão superiores assim.

Santos e Corinthians, pela Copa do Brasil, e São Paulo, pela Sulamericana, foram eliminados dessas competições.

Com uma derrota no Castelão, em Fortaleza, para o Ceará, por 1 a 0, o Peixe deu adeus à Copa do Brasil, já que na primeira partida na Vila, não soube aproveitar o mando de campo, ocasião em que empatou por 0 a 0.

Em Belo Horizonte, o América empatou com o Corinthians, por 1 a 1, e se classificou para a próxima fase. Reflexo do resultado obtido em São Paulo, semana passada, quando o Coelho venceu por 1 a 0.

No Morumbi, o tricolor até venceu o Lanús, da Argentina, por 4 a 3, mas, em razão do resultado negativo no jogo de ida, acabou, mais uma vez, eliminado em uma competição no formato de mata-mata.  

O único que deve se sair bem é o Palmeiras, que joga hoje à noite, em casa, contra o Bragantino. Pode conseguir a classificação porque venceu o jogo em Bragança, na última semana, por 3 a 1.

Em poucos dias, o que era doce ficou amargo. É por isso que não devemos menosprezar ninguém em circunstância nenhuma. O futebol paulista é forte? Sim, é fortíssimo! Porém, não é sempre que será o vencedor. É preciso reconhecer e respeitar outros clubes. Isso vale para a vida!