Quem sou eu

Marcelo da Costa Gregório: jornalista e radialista profissional diplomado



MTB: 41.780 – SP
DRT: 0036806/SP 

Nasci em São João da Boa Vista (SP), numa manhã de domingo, dia 1º de maio de 1977, pouco depois das 9 da manhã. Sou o filho do meio do casal Oswaldo Gregório e Neusa Maria da Costa Gregório, e irmão do primogênito Márcio da Costa Gregório e do caçula Oswaldo da Costa Gregório (Oswaldinho).

Aos 7 anos de idade, iniciei meus estudos na Escola Estadual Padre Josué Silveira de Mattos. No colégio, localizado no bairro Vila Brasil, permaneci da 1ª série do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. Logo depois, me dediquei aos estudos durante 4 anos na faculdade de Comunicação Social, com habilitação em jornalismo, no centro universitário UNIFAE. 

Minha infância é marcada por diversas atividades. Aos 10 anos de idade, entrei numa pequena oficina para aprender a função de auxiliar de eletricista. Nesse período da vida, ainda fui vendedor de sorvete, entregador de pães, catador de algodão, enfim, tudo para ganhar o meu “dinheirinho”. Um pouco mais tarde, atuei como pintor de motores elétricos, servente de pedreiro, ajudante, auxiliar de serviços gerais, entre outras funções.

Fiz de tudo um pouco, antes do ingresso ao mundo da comunicação (rádio, televisão, assessoria de imprensa e música). É por isso que acredito não ser acaso ter nascido exatamente no Dia do Trabalho.

Antes do jornalismo, meu sonho era ser jogador de futebol. Esportista e apaixonado pela modalidade, tive a chance, junto com meus irmãos (Marsção e Oswaldinho), de integrar as categorias de base da Sociedade Esportiva Sanjoanense (SES).

No clube rubro-negro de São João joguei tanto nos gramados quanto nas quadras. Uma época recordada com muito carinho. Uma das lembranças que até hoje me emocionam é a disputa do campeonato de futsal do São Lázaro, em 1990. Tinha 13 anos e joguei muito naquela competição tendo sido o atleta revelação, com a camisa do Douradinho, uma das equipes da SES.

Apesar daquela conquista e das perspectivas no futebol, logo comecei a sentir a “pressão” pelo trabalho. Afinal, não havia nascido em berço de ouro. Por isso, deixei o sonho de infância para trás. É claro que me arrependo muito de não poder ter ido mais adiante. Mesmo assim, um pouco mais tarde, em 1995, aos 18 anos, surgiu a chance de um teste no Mogi Mirim Esporte Clube.

Pouquíssimas pessoas sabem disso. Apenas alguns familiares mais próximos têm conhecimento da tentativa.  

A oportunidade surgiu por meio de um motorista de Mogi Mirim que, na época, fazia entrega de materiais na empresa em que eu trabalhava. O motorista era amigo do treinador, Val, das categorias de base do Sapão (apelido do Mogi Mirim) e, por isso, providenciou o teste.

Apesar da minha confiança, fazia tempo que não atuava com frequência nos gramados. Mesmo despreparado fisicamente decidi arriscar. Infelizmente não deu certo. O teste foi realizado durante apenas 20 minutos num jogo-treino disputado na cidade de Conchal (SP). Não era para ser.

Descartada a possibilidade de jogar profissionalmente, mudei o foco para outra paixão: o rádio. Desde os 12 anos de idade, tinha o hábito de produzir gravações escondidas -- devido à timidez -- para testar a voz e imitar locutores famosos.

O detalhe interessante é que, mesmo inibido, nunca me faltou coragem para ir atrás de uma oportunidade. Visitei várias emissoras em São João e região, contudo, sempre acabava esbarrando no "não”, devido à falta de experiência. Mas, nunca desisti e continuei insistindo, até que Deus me abençoou.

Em 1998, após várias tentativas frustradas, consegui, então, a tão esperada chance oferecida pela Rádio Piratininga de São João da Boa Vista, por meio dos diretores Oscar Castellan e Vitor Lucarelli.

Agradeci muito a Deus porque tenho certeza absoluta que minhas orações foram atendidas. Na emissora AM, comecei como sonoplasta, e trabalhei com vários profissionais que ouvia na adolescência.

Aos poucos, comecei a encarar o microfone sempre que algum locutor não podia apresentar determinado programa. Depois, fui aprendendo locução comercial, elaboração de textos e reportagens.

Muito dedicado à profissão, tive o privilégio de ter sido um dos poucos radialistas da rádio Piratininga que apresentaram todos os programas da emissora.  Em se tratando de uma curiosidade na carreira, tenho o orgulho de destacar que a minha voz foi a primeira a ecoar nos 970 khz da Piratininga no século XXI.

A profissionalização no jornalismo ocorreu dois anos após o ingresso no rádio, quando comecei a faculdade de jornalismo no UNIFAE, em 2000. Foram 4 anos de aprendizado.

Assim que terminei a faculdade, fiquei sabendo que a TV União de São João da Boa Vista oferecia duas vagas em seu quadro de funcionários para as funções de repórter e redator.

Como ainda não tinha experiência em vídeo, optei pela vaga de redator. No entanto, ela já havia sido preenchida. Como era pegar ou largar, aceitei o desafio de fazer o teste. Após uma semana de “estágio”, fiz a minha primeira reportagem e consegui ser aprovado pela direção da emissora.

De início, fui contratado para exercer as funções de repórter e editor de texto. Pouco depois, graças ao apoio da amiga jornalista Fabiana Gimenes fui convencido a apresentar um boletim de esportes dentro do Jornal do Dia.

Por lá, permaneci durante 6 anos tendo adquirido muita experiência ao entrevistar diversas personalidades (locais, regionais, nacionais e internacionais). Um rico aprendizado.

Devido à credibilidade conquistada ao longo dos anos, recebi um convite do prefeito de São João, na época, Nelson Nicolau, para integrar a equipe da Assessoria de Comunicação da Prefeitura.

Aceitei ao desafio e ocupei o cargo no período de dois anos: 2010 a 2012. Em seguida, fui trabalhar em campanha política em Poços de Caldas (MG), para as eleições de 2012.

Retornei a São João e, em 2013, fui convidado novamente para integrar a Assessoria de Comunicação, desta vez, com o prefeito Vanderlei Borges de Carvalho. 

Paralelo ao jornalismo sou o tecladista e um dos fundadores do grupo Toca do Pagode, desde 1996. A banda tem um CD gravado e um currículo repleto de apresentações nos mais importantes eventos da região, São Paulo e Brasília (DF), além de participações em programas de rádio e televisão.

Costumo dizer que o foco é manter-se sempre atualizado, estudar muito e o mais importante: confiar em Deus!