quarta-feira, 10 de julho de 2013

Galo ao Peixe

foto: galomineiro.com.br

Embora santista, não havia como: “abandonei” o Peixe, que jogava na mesma noite pela Copa do Brasil, contra o Crac de Goiás (1 a 1), para assistir ao Galo. Deixei a Vila Belmiro e segui rumo ao Independência. E olha que demorou menos de dois segundos para sair de São Paulo e ir às Minas Gerais para ver o duelo eletrizante entre Atlético Mineiro e Newell’s Old Boys. Afirmo ter valido muito a pena.

Devido à derrota no jogo de ida, na Argentina por 2 a 0, o Galo necessitava devolver o mesmo placar, caso quisesse, ao menos, levar à decisão aos pênaltis. Confesso que não acreditava. Porém, nas arquibancadas a torcida gritava: “ah, eu acredito...” E não é que a confiança entrou em campo e os atleticanos conseguiram? Com toda a pressão do Horto, como é conhecido o estádio, que faz do Atlético quase imbatível, o time de Ronaldinho Gaúcho fez 2 a 0 com gols de Bernard e Guilherme.

Nos pênaltis, após os argentinos perderem 3 cobranças e os brasileiros 2, deu Atlético Mineiro por 3 a 2, graças ao goleiro Vitor, que defendeu a última cobrança do experiente Maxi Rodrigues. A defesa deu ao Galo, a chance de disputar, pela primeira vez na história, o título da Libertadores, contra o Olímpia, do Paraguai.

Tenho certeza que, a partir de agora, eu e os torcedores de outros times, excluindo os cruzeirenses, adotaremos o hino que diz: “Nós somos, o Clube Atlético Mineiro...” Pelo menos na final contra os paraguaios, sem dúvida. 

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