domingo, 22 de abril de 2012

Comprovado: Júlio César não é decisivo


                                                                                                       foto ig
                    
Ao ver as falhas do goleiro Júlio César, contra a Ponte Preta, lembrei-me da única música que aprecio feita pelo compositor e cantor Chico Buarque: “vai passar, nessa avenida um samba popular...”.  Não foi o samba, mas foram duas bolas que derrubaram o sonho do título corintiano no Campeonato Paulista. Coitado dele. 

Formado nas categorias de base do Corinthians, com grande identificação com clube, Júlio César, não é unanimidade no Timão. Apesar de ser um bom goleiro, de fazer parte de um grupo de poucos jogadores que sabem se expressar diante das câmeras, de ter sido campeão brasileiro no ano passado, o carequinha tem no currículo, falhas em momentos considerados decisivos. 

Neste domingo, por exemplo, na derrota do Corinthians para a Ponte Preta por 3 a 2, no Pacaembu, Júlio César passou a colecionar mais duas falhas. E o pior para os corintianos é que foram dois lances que determinaram à eliminação no Paulistão. 

É claro que a Ponte Preta mereceu a vitória devido ao bom futebol apresentado, no entanto, Júlio César contribuiu e muito para o resultado negativo. Para os alvinegros, ainda bem que o jogo contra o Emelec, válido pelas quartas-de-final, da Taça Libertadores será somente no dia dois de maio, em Quito, no Equador.

Até lá, a pressão deverá diminuir. Será que psicologicamente o goleiro se abalou?  Sim, se abalou. Saiu chorando do estádio. Será que o Tite irá preservá-lo? Talvez, não. Mas o fato é que, Júlio César pisou na bola. Ou melhor, não a segurou. Mas pode ter certeza: tudo passa. O samba, a bola e a dor...

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