quinta-feira, 21 de junho de 2012

É preciso cuidado ao falar de "boca" cheia


Dormir com o celular tocando, acordar com o celular tocando não foi fácil. Os santistas sabem muito bem o que estou dizendo nesta quinta-feira. 

No entanto, as provocações só reforçam que o Santos é time grande.  Só é alvo de provocação quem incomoda.

Se fosse um time sem expressão ou sem torcida, sem dúvida não haveria tantas piadinhas – que por sinal, são todas saudáveis ao meu modo de ver.

O que não se pode fazer é partir para a ignorância e provocar discussões acaloradas que envolvam violência. Isso, não. Do contrário, tudo certo porque no futebol é assim mesmo. Um dia é de comemoração e o outro de lamentação. 

Os corintianos estão merecidamente contentes e felizes. Devem comemorar e muito. Afinal, todos os rivais fariam o mesmo.

Não se sabe até quando irá toda essa agitação pela chegada inédita em uma final de Libertadores.  

Mas uma coisa é certa: estão sorrindo com a “boca” muito aberta antes da hora. Vão enfrentar um time argentino que chegou a nove finais desta competição e papou seis títulos. Tem tradição. 

Se os corintianos estão comendo sardinha, tilápia, bagre ou qualquer tipo de peixe, nesta quinta-feira, no sentido de provocar os santistas, é bom que tenham cuidado com o que colocam na “boca”.

Com a “boca” não se brinca...

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