quinta-feira, 17 de março de 2011

Ficou difícil para o Santos


Como santista, vejo as chances do Santos, na Taça Libertadores da América cada vez menores. O time tem craques como Neymar, Paulo Henrique Ganso e Elano, mas deixar a desejar no sistema defensivo. Ontem, na partida contra o Colo Colo, em que Peixe perdeu por 3 a 2, a zaga vacilou feio, principalmente nas bolas aéreas. E olhe que o time chileno poderia ter saído com uma goleada. Apesar da derrota, o alvinegro praiano ainda pode avançar à próxima fase da competição desde que vença os jogos que lhe faltam. Serão confrontos contra o Cerro Portenho do Paraguai, o Deportivo Tachira da Venezuela e novamente o Colo Colo do Chile.

A situação é complicada, porém, o Santos depende somente das próprias forças para conseguir a classificação. Mesmo os jogadores querendo a permanência do técnico interino Marcelo Martelotte, a derrota diante dos chilenos dificilmente fará com que o treinador permaneça no cargo. A diretoria deve, mesmo, trazer um técnico de ponta. Talvez possa ser Muricy Ramalho. Ou não.
Em relação a este comentário, quero deixar bem claro que torço, sim, pelo Santos Futebol Clube. Não vejo problema algum em divulgar o time do coração, ao contrário de alguns jornalistas. Acredito que a partir do momento em que você está trabalhando em um determinado jogo, é possível manter a isenção e ser profissional. É a mesma coisa do famoso “beijo técnico” praticado pelos atores. Muitos não são casados? Sim, são casados. Mas no momento em que estão atuando entra em cena o lado profissional.
O mesmo deve acontecer com os jornalistas que atuam na área esportiva. Ficar em cima do “muro” é o que não pode. É só ser profissional que está tudo certo.

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